sábado, 10 de agosto de 2013

GESTALT: Em forma de... Qual é a forma mesmo? É a forma.





OBJETIVIDADE versus SUBJETIVIDADE




 A Gestalt é conhecida como a Teoria da Forma




Surgida em 1912, na Alemanha, a Gestalt ou Escola de Berlim é apresentada no idioma português como o todo, a totalidade, a forma, a configuração total, a aparência. Formas com significados. Figuras.

“Os precursores da Gestalt são o físico Ernst Mach (1838-1916), o filósofo e psicólogo Christian von Ehrenfels e Krüger. Já no final do século XIX eles estudavam a percepção, entendendo-a como totalidade e não como soma de elementos isolados. Preocupavam-se em estudar os fenômenos psicológicos em seus aspectos naturais, enfatizando a mensurabilidade. Estava em evidência a Psicofísica. Eles desenvolviam pesquisas sobre as sensações – dado psicológico – de espaço-forma e tempo-forma (dado físico).”

A Gestalt estuda o homem a partir de sua forma total, de suas ações totais em detrimento dos mínimos comportamentos. Ao contrário do behaviorismo que estuda o comportamento humano em suas ações comportamentais derivadas das mínimas interações com o meio, a Gestalt explica a percepção, entendendo-a como totalidade e não como soma de elementos isolados.

Conceitos Fundamentais

· Totalidade

· Percepção

· Estrutura

· Isomorfismo

· Meio geográfico e meio comportamental

· Figura-fundo

· Leis perceptivas.

· Insight.

A Gestalt enfatiza “a percepção das relações, a consciência de relações entre as partes e o todo, entre os meios e as conseqüências”. Hilgard (1975, p.314).

BASE EPISTEMOLÓGICA:

Empirismo: Conjuntos de conhecimentos vindos, impostos pelo objeto (meio físico e social). Valorização do meio acima do homem. O homem é visto como um ser sem nada, vazio, a ser preenchido pelo objeto.

Apriorismo: Conjuntos de conhecimentos são dados a priori, ou seja, são inerentes ao sujeito. Há a desvalorização das contribuições dos objetos e a supervalorização das condições internas do sujeito.
Interacionismo: A origem do conhecimento está na síntese permanente que há entre as condições internas do sujeito e do meio, entre a maturação e a experiência adquirida.

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